Somos homens, que nascem mais que as mulheres, mas que também vivem menos, por descuido, por abuso de toxinas, álcool, bebida, por se envolver mais em acidentes tanto no trabalho, quanto no trânsito, fora que nós somos os maiores alvos de homicidas no país, índice do ultimo censo de 2010, mas, muitos de nós morremos sem entender bem o universo do sexo oposto, que vai da infância, passando por desilusões amorosas, TPMs, maternidade ao charme da maturidade.Essas que buscam insaciavelmente sua posição econômica, social, independencia, sem perder a feminilidade, sem deixar os deveres de mãe, dona de casa, de setores, de empresas, que choram por quebrar sem querer uma unha e por fim suportam a dor de um parto normal.
Mulheres que se cuidam, que se gostam e que se sensualizam em fotos espalhadas em redes socias da web, presenteando namorados, maridos, noivos ou por pura vaidade.
Mulheres que usam o pseudonimos de plantas, frutas, carne, animais. Mulher melancia, mulher melão, mulher filé, mulher pêra, mulher morango e mulher centopéia. Mas Peraí! Mulher centopéia?
Sim, é aquela que mesmo tendo apenas 2 pés, usufruem de um maleiro repleto de sapatos, de todas as cores, tamanhos, saltos, cada um pra combinar com um tipo de roupa, que elas separam e organizam cada uma do seu jeito.
Certa vez, uma amiga que mal saia de casa e quando sai esta sempre acompanhada, saiu cedo, pra andar átoa com seu carro e no caminho, se deparou com uma loja de sapatos, cujo a frente trazia uma faixa esticada e anunciando o percentual de desconto do mês. Ela me contou que resolveu entrar, só pra matar o tempo, uma vez que que estava de bobeira. Por fim, ela concluiu dizendo que provou 40 pares de sapatos e comprou três dos que provou. Poxa, é curioso, é como se fosse droga ou algo tão hipnótico quanto.
Também tem a mulher sheeva, mas essa é estória pra uma próxima crônica.