Ela fez questão de acordar ao meio dia do domingo; ele, acordou as 6:30, devido a força do hábito semanal, fez café, organizou as calças, a jaqueta, as meias, que ficaram no caminho, vestindo pijama até a hora dela se levantar.
Ela se levantou um pouco além do meio dia como ele esperava e nem quis tomar café. Sentiu enjoo ao respirar o cheiro que exalava da xícara de café já frio, que ele a serviu, com a mão na cabeça que doia, depois de uma noite de embreaguês e muito rock n roll, se despedindo do mundo que ficou de acabar no dia 21 de maio, enquanto ele subia num banco, pra pegar de dentro de uma caixa em cima do armário branco de mogno, um remédio pra dor de cabeça dela. Era sim sempre, um cuidava do outro.
Ela deitou no sofá, ele sentou na poltrona; ela ligou a TV, ele abriu um livro.
Mais tarde, depois do almoço, enquanto ela vinha da rua trazendo chips e energético, ele se levantava da cama, do sono pós-refeição e ligou a TV pra assistir o futebol.
Ela se queixava e dizia que os homens só se aproximavam dela devido a beleza, do rosto angelical, dos pés pequenos que tocavam o chão com sutileza, a procura de sexo e nada mais. Ele se queixava que as mulheres se aproximavam dele por causa do nome, do status, da procedência familiar e nada mais. Ambos eram amigos, saiam sempre juntos, sempre respeitando um ao outro, mas, quem os viam de longe, achava que eram um casal, até então descobrirem que eram amigos, quase irmãos.
Ela sonhava em casar, ter filhos, família. Ele se importava com o amor, amigos e não com o dinheiro.
Vieram de cidades distintas, se conheceram e resolveram morar juntos a um ano em um apartamento que mal cabia os móveis, buscando a independência, trazendo na bagagem de cada um histórias de lutas individuais que comoviam quem os conheciam.
Ela disse pra si mesmo que queria experimentar e se relacionar com outras mulheres, afirmando que só as mulheres se conhecem, e já que se conhecem, podem muito bem dar amor e cumplicidade uma a outra.
Ele, resolveu frequentar festas em clubes renomados da cidade, usufruir do sobrenome, pra entrar em bailes e aparecer nas colunas socias dos jornais locais.
Mas ela descobriu que não dava pra fugir e ser o que não era, que cabia a ela ter paciência, viver cada dia como se fosse o último e deixar a natureza das coisas fluirem.
Ele, também fez descobertas, que sua essência era outra, diferente da que o mundo queria que fosse, voltando ser o que sempre foi, preenchendo o vazio que sentiu.
Um mês depois, foram ao show do Jota Quest, e na pista, durante o show, ele, ela e os amigos pulavam em um circulo de mão dadas, enquanto o cantor do palco, que tambem pulava, cantava:
"O amor é o calor que aquece a alma"
Ele e ela, soltaram-se do circulo de amigos e continuaram de mãos dadas, se olharam com um sorriso largo que emitia tamanha felicidade e, em um momento inusitado e expontâneo deram um beijo. Se assustaram com a tal atitude involuntária de ambos, fizeram de conta que nada havia acontecido, soltaram-se das mãos, desfez do sorriso largo dando lugar a um tom rosado nas faces de cada um, olharam para os amigos que não perceberam e continuavam a pular em círculos, depois pro palco aonde o cantor continuava pulando e cantava:
"Que o amor pode estar do seu lado"
supercrônico
crônicas, contos e poesias
quinta-feira, 9 de junho de 2011
sábado, 4 de junho de 2011
Vidas ásperas
No mesmo ano em que surgiram fatos históricos que marcaram o mundo, também surgiu ele, saltando do ventre da mãe sujo de sangue e placenta, se livrando com as pequeninas mãos ainda sem coordenação motora, daquelas coisas toda que o envolvia, quase arrebentando o próprio cordão umbilical, como se não visse a hora de respirar o ar planetário, sentindo o arder dos pulmões ainda roxos, chorando horrores, reclamando de alguma coisa que ninguém sabia; eis os primeiros sinais de um bebê sizudo e ansioso, que se comunicara batendo as 'mãozinhas' no tórax, pedindo leite materno logo nos primeiros meses. Enquanto João Paulo segundo sofria um atentado na Praça São Pedro, atingido por duas balas disparadas por um terrorista turco, João, que não era Paulo, mas recebia o nome homenageando o mesmo, era aguardado em casa pelos irmãos, primos e outros familiares com muito carinho.
Desde criança era muito sistemático, organizando o lanche e o suco na lancheira, sentando na penultima carteira da segunda fileira, da parede da janela pra porta, do primeiro ano do ensino fundamental ao terceiro ano do ensino médio, longe do ventilador sem sentir calor, longe do pó do giz sem deixar de ouvir as aulas e perto do sol que reluzia pela janela pelas manhãs de todos os dias. Confusão na certa pra quem tentasse o tirar dalí, ou pra quem sentasse no seu lugar caso ele chegasse atrasado para aula (mesmo sendo quase impossível um atraso deste), desregrando suas leis metódicas.
Tinha o hábito de alinhar os chinelos um do lado do outro deixando-os com as correias pra cima, de beber água girando o copo pra não tocar os lábios aonde já havia tocado, de organizar cédulas de dinheiro das notas maiores para as menores, de não pisar nas riscas que divide as faixas das calçadas, de dormir as 22:00 em ponto, de isolar todas as fretas posíveis do quarto, pra evitar qualquer entrada de ilumiosidade e som externo, de evitar ruas com volumes de carros, que emitem monóxidos de carbono no ar, de lavar a louça com água quente, e outros; sendo motivo de chacota por aqueles adolescentes desleixados que não o compreendia e muito menos respeitava.
Mais tarde, já dotado de maturidade, outra forma física e manias, acordou num certo dia, sentindo áspereza em tudo em que tocava. Tinha a sensação de deslizar uma pedra pomes quando lavava as mãos com sabonete, de que o lençol da cama estava forrado de carrapichos do mato, de que um rolo de arame farpado surgia na toalha quando enxugava o rosto, que o papel higiênico se transformava em uma lixa de parede, sentindo o chão pedregoso do asfalto comer a sola dos pés quando caminhava pelas ruas mesmo calçando tênis. Pra trocar de roupa era uma dificuldade e tanto, pois sentia nas costas um gato deslizar as unhas cravadas na pele enquanto tirava a camiseta. Dentro do sapato, grãos de areia grossa, cujo os pés grudava num velcro invisível aos levanta-los do chão, e na gola da camisa, espinhos pontudos de sizal que não o deixava virar o queixo de um lado para o outro.
Um dia João se banhou de creme hidratante do dedão do pé até a testa, com visiveis e exagerados tufos brancos de cremes no rosto, saiu de casa, trajando apenas o short de dormir, meia e chinelo, caminhando lentamente na ponta dos pés com os braços erguidos, sem poder tocar em nada, tipo um orangotango que corteja a fêmea, despertando a curiosidade e a estranheza dos demais transeuntes que alí cruzava seu caminho até a mercearia mais próxima.
Assim que ele entrou um homem gritou, "chamem a polícia", outro que o conhecia disse: "coitado", um menino tão bom", e uma senhora se escondeu atrás de um freezer.
João, escolheu o que queria, caminhou-se até o caixa e perguntou: "quanto custa esse barbeador?"
Depois daquele dia sua vida voltou ao normal.
quarta-feira, 18 de maio de 2011
Estou boiando
Estou "boiando"! É como eu estou me sentindo depois de ter assistido ao programa Olhar Digital da Rede TV!, pois, eu sabia o que era meme, e
agora descobri que existem vários tipos de memes, e o que eu conhecia
é somente um tipo deles; eu adoro ver documentários sobre história
natural em geral e foi mum desses que eu tomei conhecimento do que era
meme (termo surgido do mesmo radical, que dá origem a palavra mimetismo
= ato de imitar...), o documentário que eu assisti falava de evolução
memética, tipo de evolução cultural que subistitue a evolução física,
uma vez que no mundo contemporâneo,não existem mais as forças
evolutivas que promovem a seleção natural e, no documentário, eram
citados exemplos como a isulina e os antibióticos que permitem a
sobrevivencia dos mais fracos. Mas após assistir o Pograma Olhar
Digital, descobri que os tais memes que os jovens conhecem, são na
verdade jargões como: "Puta falta de sacanagem", "Fikadika" (que eu
usava sem saber que era um meme) entre outros que surgem a cada 11
minutos, segundo o programa de tv, até a giria "tô boiando" seria um
meme se ela tivesse surgido na internet, e eu que pensava que estava
atualizada agora estou "viajando na maionese", sem falar do termo
AVATAR, que quando eu vi sendo usado como sinônimo de figura para
representação de usuário de rede social, eu fiquei indignada, pois eu
estudei Gnosticismo na adolescencia, hoje tenho 33 anos, e naquela
época Avatar era o nome que se dava a um(a) grande mestre(a) de
consciência desperta, que transmitia conhecimentos espirituais capazes
até mesmo de criar uma religião como o Avatar Jesus para o
Cristianismo e Buda para o Budismo.
As coisas mudam mesmo e eu continuo "boiando"
"Fikadika" para um post...
BeiJu Grande (será que isso também é um meme?),
Vivi. Texto escrito por Viviani Zaffani (minha irmã... rss) sábado, 14 de maio de 2011
Donas de casa ou donas da casa?
A Bombril é uma empresa brasileira do setor de higiene e limpeza doméstica, cujo o principal produto é uma lã de aço, fundada em 14 de janeiro de 1948, no bairro do brooklin São Paulo, por Roberto Sampaio Correa, sobre o nome de Abrasivos Bombril LTDA, tendo a sucessão de Ronaldo Sampaio Correa em 2006, filho do fundador.
Desde sua fundação, os produtos da Bom Bril foram sucessos, mas se tornou líder de vendas em 1978, quando então os publicitários Washingtom Olivetto (W/Brasil) e Francesc Petit (DPZ), criaram o garoto Bom Bril, estrelado por Carlos Moreno.
Os comercias da Bom Bril sempre foram bem humorados, tendo uma linguagem direta e reta ao consumidor, agradando também as crianças, público esse que possui forte poder de persuasão junto aos pais, que segundo uma pesquisa de 1987, as crianças chamavam os pais pra assistirem também o comercial assim que ele era transmitido: "mãe, olha o do Bom Bril". Ou seja, muita gente cresceu assistindo os comercial dessa marca, que atingiu79 milhões de vendas no ano de 2003, batendo recorde de vendas de pois de um fracasso em 2002.
A marca é tão conhecida, que é comum alguém entrar numa mercearia, pegar da prateleira uma lã de aço de outra marca e perguntar: "Quanto esta o Bom Bril?", similando todo produto do gênero a marca.
Mas nós, admiradores de uma bela campanha estrategista de marketing, que além de nos oferecer produtos e qualidades, também nos oferece alegria e bom humor, andamos no ano de 2011 sentindo a falta do garoto propaganda que consagrou o mundo propagandício no Brasil.
Carlos Moreno, deu lugar a três mulheres: Dani Calabresa, Marisa Orth e Monica Iozzy, que por sinal, são ótimas atrizes.
Creio eu, que todo mundo tem seu mérito e um lugar ao sol, mas, também creio, com a mesma fé, que esse lugar, cedido pelo ator anterior, não foi bem ocupado. Não digo pela atuação das atrizes e sim pelo conteúdo da idéia do apelo comercial, que mostram mulheres, que se dizem donas da casa e não donas de casa, até ai tudo bem.
Mas, a propaganda é de péssimo gosto, pois em uma delas diz que "se dependensse dos homens, a humanidade ainda estaria nas cavernas", que prossegue dizendo que o mesmo "homem é bom, mas é tosco". Em outro a atriz diz: "que o homem já percebeu que somos a parte mas evoluída da humanidade", ou, "homem só tem 5 utilidades". Isso é machismo inverso, ou feminismo, sei lá como chama, só sei que não tem nada de engraçado nisso. Sou contra o machismo e a favor da igualdade dos sexos, mas nem por isso, essa tal "mulher evoluída", tem que se sentir acima do sexo oposto pra se sentir grande também.
A mulher tem que deixar de ser dona de casa, pra ser dona da casa, e dividir a mesma proprietariedade com seu homem, pois somos iguais.
segunda-feira, 9 de maio de 2011
Barreiras anti-oxi
Lúcifer, Asmodeus, Belzebu, Cerberus, Hipnus, Lilith, Marduk, Pomba-gira, Satanás, Samael, estes, são umas das dezenas de nomes de demônios das mitologias grega, islâmica, judaico-cristã e do antigo egito, mas, o pior demônio, que deixa de ser mitologia pra infelizmente se tornar fato, esta no meio da sociedade, tanto na classe menos favorecida, quanto nas classes média e alta. Dentro também de famílias, comunidades, escolas, faculdades e etc.
É composto por pasta base da planta coca, água, bicarbonato de sódio e amoníaco, criado a partir da década de 70, afim de baratear e render a cocaína (considerado na época a droga dos ricos), misturando outros produtos. Literalmente um subproduto da cocaína, tendo seu conhecimento popular na década de 80 se denominando "Crack".
Antigamente, quando ouviamos falar em craque, com "QU", vinha de imediato na mente da gente a imagem de Pelé, Tustão, Gerson, Andrade, Zico, Garrincha, Serginho Chulapa, Rivelino, Ademir Daguia, Biro-biro, que imponhavam medo nos adversários, deixando-os sem sono, dias antes do jogo. Hoje, quando falamos em o "crack", com "CK", o medo é geral, na sociedade, nas famílias, deixando sem sono, não só os usuários que perambulam nas ruas e becos da cidade, feito zumbis, em busca de se manter sobre o efeito, como também a mãe destes, que choram e oram na esperança de ve-los livres deste vício.
Mas esse problema já é antigo, multiplicando-se e atingindo até trabalhadores da zona rural, tendo como controle de combate leis e apreensões policias, mas, pior do que isso, como se não bastasse a abrangência desta droga, ela criou forças, derivando-se dela o "Oxi". tornando-se aliados na destruição de jovens e famílias do Brasil e do mundo.
A grande diferença entre o oxi e o craque esta na sua composição química. O príncipio ativo é o mesmo, pasta de cocaina, só que ao invés de transformar o pó em pedra, usando bicarbonato de sódio e amoníaco, o oxi usa querosene e cal virgem, com o objetivo de baratear os custos e atingir maior número de usuários.
Querosene e cal virgem são substâncias corrosivas e extramente tóxicas. Por isso o consumo de oxi pode levar a morte mais rápido que o crack
Ou seja, o "Crack" é um demônio social, que se fortifica e se deriva em outro, mudando a substância e o nome: "Oxi"
O usuário de oxi, levam marcas visiveis no corpo e no comportamento psico-emocional. Permanecem nervosos e agitados durante e após o consumo. As dores de cabeça e náuseas passam a ser constantes, diárias, e há crises crônicas de vômito e diarréia. O usuário também apresentam dificuldade para respirar e a pele passa a ter um tom amarelado. Em poucas semanas, o dependente perde muito peso, tem início um rápido processo de envelhecimento e perca de dentes, ou seja, oxi e craque são semelhantes, até na forma de consumir (com cachimbo ou lata amassada com cinzas de cigarro) só que o efeito do oxi é mais intenso e a vontade de consumir novamente é imediata.
Cabe a nós, criarmos uma barreira, para que essa nova droga não se espalhe, tratando os usuários já existente, combatendo o tráficoe informando a população sobre. Sendo assim, cortaremos o mal pela raíz.
Os primeiros cortes desta raiz medonha, da minha parte já esta sendo feito, que é repassando o pouco da informação que sei, por mínima que seja, ainda é o começo, junte-se ao super crônico e vamos criar uma barreira anti-oxi. Nas mitologias da história antiga, os guerreiros venciam os demônios usandoe spada ou super poderes, na nossa realidade atual, a nossa arma será a consciência de cada um.
É composto por pasta base da planta coca, água, bicarbonato de sódio e amoníaco, criado a partir da década de 70, afim de baratear e render a cocaína (considerado na época a droga dos ricos), misturando outros produtos. Literalmente um subproduto da cocaína, tendo seu conhecimento popular na década de 80 se denominando "Crack".
Antigamente, quando ouviamos falar em craque, com "QU", vinha de imediato na mente da gente a imagem de Pelé, Tustão, Gerson, Andrade, Zico, Garrincha, Serginho Chulapa, Rivelino, Ademir Daguia, Biro-biro, que imponhavam medo nos adversários, deixando-os sem sono, dias antes do jogo. Hoje, quando falamos em o "crack", com "CK", o medo é geral, na sociedade, nas famílias, deixando sem sono, não só os usuários que perambulam nas ruas e becos da cidade, feito zumbis, em busca de se manter sobre o efeito, como também a mãe destes, que choram e oram na esperança de ve-los livres deste vício.
Mas esse problema já é antigo, multiplicando-se e atingindo até trabalhadores da zona rural, tendo como controle de combate leis e apreensões policias, mas, pior do que isso, como se não bastasse a abrangência desta droga, ela criou forças, derivando-se dela o "Oxi". tornando-se aliados na destruição de jovens e famílias do Brasil e do mundo.
A grande diferença entre o oxi e o craque esta na sua composição química. O príncipio ativo é o mesmo, pasta de cocaina, só que ao invés de transformar o pó em pedra, usando bicarbonato de sódio e amoníaco, o oxi usa querosene e cal virgem, com o objetivo de baratear os custos e atingir maior número de usuários.
Querosene e cal virgem são substâncias corrosivas e extramente tóxicas. Por isso o consumo de oxi pode levar a morte mais rápido que o crack
Ou seja, o "Crack" é um demônio social, que se fortifica e se deriva em outro, mudando a substância e o nome: "Oxi"
O usuário de oxi, levam marcas visiveis no corpo e no comportamento psico-emocional. Permanecem nervosos e agitados durante e após o consumo. As dores de cabeça e náuseas passam a ser constantes, diárias, e há crises crônicas de vômito e diarréia. O usuário também apresentam dificuldade para respirar e a pele passa a ter um tom amarelado. Em poucas semanas, o dependente perde muito peso, tem início um rápido processo de envelhecimento e perca de dentes, ou seja, oxi e craque são semelhantes, até na forma de consumir (com cachimbo ou lata amassada com cinzas de cigarro) só que o efeito do oxi é mais intenso e a vontade de consumir novamente é imediata.
Cabe a nós, criarmos uma barreira, para que essa nova droga não se espalhe, tratando os usuários já existente, combatendo o tráficoe informando a população sobre. Sendo assim, cortaremos o mal pela raíz.
Os primeiros cortes desta raiz medonha, da minha parte já esta sendo feito, que é repassando o pouco da informação que sei, por mínima que seja, ainda é o começo, junte-se ao super crônico e vamos criar uma barreira anti-oxi. Nas mitologias da história antiga, os guerreiros venciam os demônios usandoe spada ou super poderes, na nossa realidade atual, a nossa arma será a consciência de cada um.
BARREIRAS ANTI-OXI PRA NÃO BARRAR O NOSSO FUTURO ...
sexta-feira, 6 de maio de 2011
Vida útil porém curta
O consumidor que procura ter qualidade e segurança nas coisas que compra, é aquele que além de ter em mente o que quer comprar, também avalia o produto pegando-os nas mãos, abrindo e fechando o mesmo, ou vestindo, ou provando, testando ,tirando duvidas com o vendedor e lendo atrás as informações da etiqueta, embalagen ou rótulo, isso, claro dependendo do que o consumidor deseja.
Pois daí teriamos o INPQP(Instituto Nacional de Patrões que pagam). Imagina você diante de um empregador em uma entrevista, enquanto ele avalia seu curriculum profissional e lhe faz perguntas pra saber se você tem o perfil pra vaga, você olharia de 'rabo de olho' se ele tinha ou não o selo de qualidade INPQP.
"Nossa, mas a sua é tão pequena",alguem diria a outra mais discreta.
O cidadão teria direito de customizar suas etiquetas e colocarem aonde bem pretender, com a cor que quiser, com o tamanho que quiser mas não poderia ficar sem as etiquetas, pois estaria sujeito a multa.
Mas quanto ao selo, isso não iria acontecer, uma porque o ser humano tem o livre arbítrio pra ter o caráter que bem entender sendo ele bom ou ruím, pra isso se tem justiça fraca mais tem), fora que também não somos obrigados a usarmos o que não queremos.
Seria uma revolução na história Nacional e nossos filhos e netos estudariam nos livros de história a "Ditadura dos selos"
É natural ver em algumas destas etiquetas, embalagens ou rótulos um selo de qualide INMETRO (Instituto Nacional de Metrologia) que testa e garante a qualidade da mercadoria antes de ir ao mercado.
Mas já pensou se outras coisas não materiais que consumimos para o nosso convívio pessoal, viessem com uma garantia, identificado por uma logo ou selo colado ao corpo das pessoas, identificando alguns tipos de personalidades. Pois daí teriamos o INPQP(Instituto Nacional de Patrões que pagam). Imagina você diante de um empregador em uma entrevista, enquanto ele avalia seu curriculum profissional e lhe faz perguntas pra saber se você tem o perfil pra vaga, você olharia de 'rabo de olho' se ele tinha ou não o selo de qualidade INPQP.
Também teriamos o INAC (Instituto Nacional de amigos Confiáveis) pra que pudéssemos ter a garantia se o novo amigo será um bom amigo ou não. É bom termos bons amigos para confidenciarmos nossos segredos mais íntimos e contar com eles quando precisarmos.
Seria interessante se tivessemos o INANT (Instituto Nacional de amantes que não trai). Revolucionaria os futuros romances dalí pra frente. Antes de nos encantar com o sorriso do outro(a) iriamos analisar o selo de qualidade INANT durante a paquera pra depois olhar pro rosto, pro corpo, etc. Nesse caso seria uma tarefa árdua para o Instituto analisar e disponibilizar o individuo(a) ao mundo.
E por que não o INAMUQ (Instituto nacional de musicas de qualidades) que obrigaria as emissoras de rádios e TVs a só colocarem os artistas que tivesse esse selo de qualidade em suas redes de transmissões. Já pensou? Seria o caos, muito dos que fazem sucesso hoje teriam que trocar de profissões e as musicas se tornariam repetitivas nas rádios por falta de bom artista.
"Que legal, seu selo é colorido", Diria uma pessoa a outra mais despojada."Nossa, mas a sua é tão pequena",alguem diria a outra mais discreta.
O cidadão teria direito de customizar suas etiquetas e colocarem aonde bem pretender, com a cor que quiser, com o tamanho que quiser mas não poderia ficar sem as etiquetas, pois estaria sujeito a multa.
Talvez assim as coisas durariam por mais tempo, você já percebeu que hoje nada mais dura como antigamente?
A música por exemplo; basta você dormir ouvindo:"No rebolation, no rebolation" pra acordar no outro dia ouvindo:"O jeito é dar uma fugidinha com você" e a essa altura o "Rebolation" já desapareceu dos nossos ouvidos.
Realmente, nada mais dura como antes, os móveis, os eletros eletrônicos, os brinquedos, a louça, o tecido, o plástico, o isopor, os calçados, o asfalto, as casas, os carros, as roupas, o perfume, o gosto, as amizades, os amores, a compreensão, a generosidade, o companheirismo, os segredos, os sonhos, a magia das coisas, nada mais dura como antes. Tudo tem sua vida útil porém curta, muito curta.Mas quanto ao selo, isso não iria acontecer, uma porque o ser humano tem o livre arbítrio pra ter o caráter que bem entender sendo ele bom ou ruím, pra isso se tem justiça fraca mais tem), fora que também não somos obrigados a usarmos o que não queremos.
Seria uma revolução na história Nacional e nossos filhos e netos estudariam nos livros de história a "Ditadura dos selos"
Texto publicado no dia 25 de outubro de 2010 e reeditado no dia 06/05/2011
domingo, 1 de maio de 2011
Mulher centopéia
Somos homens, que nascem mais que as mulheres, mas que também vivem menos, por descuido, por abuso de toxinas, álcool, bebida, por se envolver mais em acidentes tanto no trabalho, quanto no trânsito, fora que nós somos os maiores alvos de homicidas no país, índice do ultimo censo de 2010, mas, muitos de nós morremos sem entender bem o universo do sexo oposto, que vai da infância, passando por desilusões amorosas, TPMs, maternidade ao charme da maturidade.Essas que buscam insaciavelmente sua posição econômica, social, independencia, sem perder a feminilidade, sem deixar os deveres de mãe, dona de casa, de setores, de empresas, que choram por quebrar sem querer uma unha e por fim suportam a dor de um parto normal.
Mulheres que se cuidam, que se gostam e que se sensualizam em fotos espalhadas em redes socias da web, presenteando namorados, maridos, noivos ou por pura vaidade.
Mulheres que usam o pseudonimos de plantas, frutas, carne, animais. Mulher melancia, mulher melão, mulher filé, mulher pêra, mulher morango e mulher centopéia. Mas Peraí! Mulher centopéia?
Sim, é aquela que mesmo tendo apenas 2 pés, usufruem de um maleiro repleto de sapatos, de todas as cores, tamanhos, saltos, cada um pra combinar com um tipo de roupa, que elas separam e organizam cada uma do seu jeito.
Certa vez, uma amiga que mal saia de casa e quando sai esta sempre acompanhada, saiu cedo, pra andar átoa com seu carro e no caminho, se deparou com uma loja de sapatos, cujo a frente trazia uma faixa esticada e anunciando o percentual de desconto do mês. Ela me contou que resolveu entrar, só pra matar o tempo, uma vez que que estava de bobeira. Por fim, ela concluiu dizendo que provou 40 pares de sapatos e comprou três dos que provou. Poxa, é curioso, é como se fosse droga ou algo tão hipnótico quanto.
Também tem a mulher sheeva, mas essa é estória pra uma próxima crônica.
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